Tumblelog by Soup.io
Newer posts are loading.
You are at the newest post.
Click here to check if anything new just came in.
marielsagomes6

O Que Ocorreu Com Stephen Hawking?

A Nova Face Da Imigração Nos 464 Anos De São Paulo



A UFscar (Faculdade Federal de São Carlos) vai abrir investigação interna para apurar um provável caso de assédio sexual a uma aluna de doutorado em Sociologia da faculdade. Na última quinta-feira (11), a aluna postou uma foto no Facebook em que aparecia de cabelos raspados como forma de "protesto" por ter sido "agarrada e beijada" pelo professor. Alunos da instituição garantem fazer um ato em repúdio nesta terça-feira (16), às 15h, em frente à reitoria. Perto à foto, que teve mais de 12 1000 compartilhamentos pela mídia social, a estudante considerou que raspou os cabelos pelo motivo de foi agarrada e beijada duas vezes pelo orientador sem consentimento.


— Passei 2 anos aterrorizada e coagida pelas relações de poder que perpassam as consequências de denunciar o se dado. A jovem alegou que não havia feito a denúncia antes por causa de temia as resultâncias negativas que "recairiam no Programa de Pós Graduação e nos colegas do núcleo de estudos". Estímulo Do E-commerce Não é Vender, Porém Dar , o docente, que bem como é seu orientador, a afastou aos poucos dos projetos do núcleo de estudos que ele coordena depois de ter sido rejeitado. Depois de extenso influência nas mídias sociais, membros da APG (Liga de Pós Graduandos) da universidade protocolaram carta na reitoria pedindo investigação do caso.


Eles ainda solicitam a formação de uma secretaria contra assédio aos estudantes e uma secretaria de suporte à mulher. No documento, os estudantes comprovam que, durante uma reunião, outros alunos neste momento relataram histórias parecidas. — Inmensuráveis outros discentes relataram casos de assédio na instituição, especialmente quando se trata de representantes discentes que atuam em órgãos colegiados. A Ufscar, em nota, declarou que nomeará uma comissão para apurar o capítulo.


A instituição de ensino ponderou apesar de que não suporta assédio, distinção ou ferocidade de qualquer tipo. Esse foi o segundo caso de selvajaria sexual denunciado numa faculdade federal em dezembro. No dia 2, a advogada Marina Ganzarolli denunciou um caso de estupro pela Unifesp (Escola Federal de São Paulo). Esses relatos começaram a vir a público após duas alunas da FMUSP (Escola de Medicina da Instituição de São Paulo) denunciarem terem sido estupradas em festas de alunos da faculdade, em novembro. De lá pra cá, o MPE (Ministério Público Estadual) considerou que tem infos de oito casos e a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as denúncias. A FMVZ (Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia) da USP também informou, pela última semana, que abrirá investigação pra um outro caso de estupro, dessa vez no campi de Pirassununga.


Diversos dos entrevistados disseram que recebiam tiros dos dois lados. E os grupos criminosos não foram bem que, ficaram onde estavam em razão de senão as outras gangues iam compreender o território. Pois os criminosos esconderam as armas, levaram uma vida normal por um tempo e depois voltaram a agir exatamente como antes.


R. Claro, está tudo como era antes. No entanto os militares só têm uma visão limitada da divisão deles da missão. Informações Para as Provas Do Procedimento Seletivo De Mestrado Ou Doutorado , eles viram que expulsaram os criminosos e ocuparam o território por um tempo. Entretanto é claro que o fracasso do governo em trazer serviços sociais levou ao fracasso geral. P. A tarefa de Paz da ONU no Haiti, chefiada pelo Brasil (Minustah), é tida como bem-sucedida pelas nossas Forças Armadas.


     
  • Design Gráfico
  •  
  • um Antonio Meneghetti
  •  
  • Maior gestão empresarial
  •  
  • 5 Extensão universitária

R. Os militares brasileiros conseguiram conservar uma imagem de que suas ações no Haiti estão separadas dos outros contingentes. Eles não assumem responsabilidade por esses erros. ]. Nem sequer tudo poderá ter sido investigado, claro. No entanto a função militar foi bem-sucedida. As favelas de Porto Príncipe eram dominadas por gangues, e os militares as expulsaram. Nesta ocasião, os militares aceitam que existe um “efeito colateral” durante o tempo que enfrentam o adversário. Advogado Conhecido como ‘pedaço De Merda’ Nas Redes Chama Juíza De ‘imbecil, ‘arrombada’, ‘anta’, ‘burra’ aceitam que há vítimas civis. Na possibilidade deles, é um mal essencial se eles querem mesmo eliminar criminosos.


Isto é problemático do ponto de visibilidade dos direitos humanos, visto que essas pessoas não fizeram nada, somente viviam em áreas dominadas por gangues. P. Quantas pessoas faleceram pela primeira fase de incursões nas favelas de Porto Príncipe? R. Não acredito que existam números oficiais. Os comandantes declararam a responsabilidade por algumas dezenas de mortes nas operações de 2007. Mas instituições de direitos humanos dizem que bem mais pessoas faleceram.


É custoso atingir o número real. P. Na sua opinião, a Minustah conseguiu concretamente derrotar as gangues pela capital haitiana? R. Eu acho que é majoritariamente uma impressão dos militares. Hoje, no Haiti, as gangues criminosas ainda estão lá, todavia estão agindo de uma forma diferenciado. O que os soldados da Minustah fizeram foi redirecionar a prevalência das gangues em certas áreas durante um correto período.


Porém é desta maneira a visão das Forças Armadas: os militares se concentram só nas tuas próprias ações, não em ações políticas, que deveriam vir depois. Pra eles, o fracasso posterior em reconstruir o Haiti não é responsabilidade deles. P. Você acha que a sabedoria desta operação no Haiti com bem-sucedida é um engano?


Tags: clique agora

Don't be the product, buy the product!

Schweinderl